Varginha com saldo positivo na geração de empregos formais

De acordo com os números divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged, á exemplo de outros municípios da região, Varginha está se recuperando da crise financeira que assola o país há alguns anos.

Em maio, o saldo de empregos gerados com carteira assinada ficou positivo em 287. No ano, os números também se mostram favoráveis, 536.

O agronegócio foi o setor que mais empregou em maio, um saldo de 331 vagas de empregos com carteira assinada criadas. Outros ramos de negócios também obtiveram números positivos como o Comércio (119) e Construção Civil (26). Os números só não foram melhores em razão das dispensas em Serviços (-170).

Outras cidades do Sul de Minas criaram mais empregos formais que Varginha, casos, por exemplo de Carmo da Cachoeira e Três Pontas.

Ranking da Sedese

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) traçou um ranking da geração de empregos formais, tomando como base especificamente os resultados do mês de maio do Caged, que indicam saldo positivo de 18.380 empregos com carteira assinada no estado.

No ranking feito pela Sedese, Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), registrou o maior saldo de geração de empregos formais em Minas, com a criação de 1.020 vagas. O município de Patrocínio ficou em segundo lugar, com saldo de 874 postos de trabalho, seguido por Ipatinga (835), Urucânia (671), Três Pontas (626), Santo Antônio do Amparo (602), Machado (601), Monte Carmelo (561), Carmo da Cachoeira (540) e Comendador Gomes (521).

Por setor de atividade econômica, os comércios varejista (361 empregos) e atacadista (296), além do comércio e administração de imóveis (173) tiveram o melhor desempenho em Contagem no mês de maio. Já em Patrocínio, a agricultura, silvicultura, criação de animais e extrativismo vegetal garantiram o maior saldo de empregos com carteira assinada.

No município de Ipatinga, a indústria metalúrgica liderou o saldo de empregos, com 830 vagas. Em Urucânia, a indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico foi responsável pela criação de 656 empregos com carteira assinada. A agricultura também foi o carro-chefe em Três Pontas, com 565 empregos formais.

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