Varginha com boa gestão fiscal, segundo Índice Firjan de Gestão Fiscal 2019

Varginha é avaliada como de boa gestão fiscal, segundo o Índice Firjan de Gestão Fiscal 2019, ano-base 2018, divulgado no último dia 30 de outubro. Com índice de 0,6713, o município ocupa o 843º lugar no ranking nacional e o 60º em Minas Gerais. A cidade mineira mais bem ranqueada é Extrema, a 8ª no país e primeira no estado.

A metodologia do IFGF considera os quatro indicadores citados, em que a pontuação adotada varia de 0 a 1 ponto: quanto mais próximo de 1, melhor a situação fiscal do município. Com base neles, cada cidade é classificada nos conceitos:

. Gestão de Excelência – resultados superiores a 0,8 ponto.

. Boa Gestão – resultados entre 0,6 e 0,8 ponto.

. Gestão em Dificuldade – resultados entre 0,4 e 0,6 ponto.

. Gestão Crítica – resultados inferiores a 0,4 ponto.

Varginha conquistou nota máxima em dois quesitos, Autonomia e Gasto com pessoal. Autonomia significa, de acordo com estudo, que a Prefeitura de Varginha se sustenta gerando receitas compatíveis com as despesas. Por Gasto com Pessoal se entende gasto com pagamento de pessoal não ultrapassou 54% da Receita Corrente Líquida.

Com os desempenhos, no ano passado, nestes dois critérios, Varginha poderia estar melhor avaliada, não fosse o índice de 0,1328 atribuído a Investimentos, considerado crítico. Para o gerente de Estudos Econômicos da Firjan, Jonathas Goulart, cidades sem capacidade de investimento “não conseguem pensar no futuro de sua população, pois não investem em infraestrutura, escolas e hospitais bem equipados, por exemplo”.

Varginha ainda aparece no estudo com o selo de alerta em Liquidez, com índice de 0,5525. Entendem os economistas que analisaram os municípios que o critério e a relação entre o total de restos a pagar acumulados no ano e os recursos em caixa disponíveis para cobri-los no exercício seguinte.

No geral, a cidade tem melhorado seus indicadores, como descrito no Índice Firjan de Gestão Fiscal 2019. Em 2015 o índice foi de 0,5165, caindo para 0, 4996 em 2016. E dois anos seguidos de melhora na gestão fiscal, 0,6634 em 2017 e 0,6713 em 2018.

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