Desafios da gestão Pró-Indústria

Flávio Roscoe participa de live do jornal Hoje em Dia

O presidente da FIEMG, Flávio Roscoe, participou nesta segunda-feira, dia 20/7, de live do jornal Hoje em Dia. Na pauta do encontro virtual, os desafios nos dois primeiros anos de gestão à frente da Federação.

O industrial assumiu a presidência da FIEMG em maio de 2018. Desde então, diversos incidentes como a greve dos caminhoneiros, o rompimento da barragem em Brumadinho, as chuvas que castigaram Belo Horizonte e dezenas de municípios mineiros no início deste ano e a mais recente pandemia do novo coronavírus vêm trazendo desafios.

“São nos momentos mais difícieis que as entidades de classe se fazem mais necessárias. Dentro dos cenários apresentados, fizemos um trabalho de valorização do empresariado na transformação do Brasil e no ambiente de negócios”, afirmou Roscoe.

Durante a live, Roscoe ressaltou o tamanho hipertrofiado do Estado brasileiro. “Hoje é a sociedade que está à serviço do Estado. Ele é o grande concentrador de poder e riquezas. Consome 40% do PIB, arrecada 34%, ficando em déficit de 6%. E mesmo com toda essa arrecadação, não entrega serviços de qualidade à população”, pontua.

Ações da iniciativa privada

A parceria da iniciativa privada e o poder público para o combate à pandemia da Covid-19 também foram citadas, como a construção do Hospital de Campanha e as reformas no Hospital Mário Penna e Mater Dei Betim, a venda dos testes rápidos para os trabalhadores da indústria e para a sociedade e o lançamento do projeto de crédito para micro e pequenas empresas, o Estímulo 2020.

Segundo o presidente da FIEMG, das 154 medidas decretadas pelo governo federal para conter a pandemia, a entidade contribuiu com 60, ou seja 40%. “A MP 936 manteve até agora 12 milhões de empregos no país. O desemprego estaria muito maior se não fosse essa medida”, diz.

Retomada econômica

Flávio Roscoe se mostra otimista com a economia no 2° semestre deste ano. “Já vemos uma recuperação em vários setores. Em 2021 o Brasil vai ter um forte crescimento econômico em função da baixa taxa de juros “, pontua. O industrial acredita que o estado terá uma recuperação mais rápida do que inicialmente projetada.

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